Consciência, faculdade moral e justiça

em Domingo, 29 Setembro 2013. Postado em Blog

A faculdade moral de que é dotado cada ser humano membro do grupo social, é indispensável à cidadania e é “a capacidade de ter uma concepção [racional] do próprio bem, e um senso de justiça, isto é, uma capacidade de compreender e aplicar princípios de justiça” sem o que a ordem social – “a roda da vida natural” – se transformaria em “desordem social” na qual não cabem os valores da solidariedade, da fraternidade e da justiça.


 

O sistema ou ordem de coisas seria instável e desordenado porque a comunidade política depende de cerceamentos justificáveis e de limitações de condutas individuais que a justiça implica, meios ou instrumentos derivados de um consenso. Consenso que pressupõe a não-supressão de liberdades e direitos dos pactuantes nos quais os imperativos de justiça se radicam, pois “cada pessoa possui uma inviolabilidade fundada na justiça que nem mesmo o bem-estar da sociedade como um todo pode ignorar”. (In: CAMARGO. José A. Os direitos da personalidade na perspectiva da vontade de homens e mulheres.Editora Juruá, 2011.).

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